23 outubro 2007

Os ombros nunca vão parar de doer? E a cabeça? É só chegar alguma coisa e "pum". É instantâneo. Tou de saco cheio de ficar com essa cara de chuchu desidratado...

Mas a verdade é que, embora, ainda doa os ombros, eu mudo, ou melhor, eu paro de deixar de ser eu. Bem melhor assim. No mínimo, uma aventura muito mais divertida.

Por falar em divertida, os "sonhos literários" tem voltado. Será que interpreto como um sinal? Tento mais uma vez? Mas tenho que achar um fio de meada pra seguir. Daí, tenho certeza que sai.

Agora, mudando de assunto. Engraçado essa coisa de buscas e procuras. A gente acha mesmo. Mas tá bom, é isso que eu quero e terei, né? Outros mundos se abrem e são mundos que eu nem me arriscaria conhecer antes. Coisinha interessante esse negocio de cabeça aberta, embora eu esteja mesmo precisando é de ter cuca freca, pois daí, quem sabe, os ombros param de doer.

De qualquer forma, me meti denovo numa prisão. Mas dessa vez, me lembrei de pegar roupas pra ficar presa. Pelo menos terei estilo. Odeio o medo porque ele não me deixa em paz. Vou fazer mais uma tentativa, só dessa vez, só pra não ouvir minha propria vóz dizendo que eu nem tentei...

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