27 junho 2008

Cilcos e dias verdes


Engraçados os dias e as noites. Primeiro escuridão e depois claridade nesse cliclo infinito. Hoje o sol bate e ilumina e espero que o dia dure. As eras passam e o destino permanece por elas. O ciclo das eras continua e eu continuo nelas. O que era denso e escuro tem se tornado suave e claro. tem mudado de posição e tem ficado melhor.

É bom sentir a brisa bater de novo no rosto, mesmo que pálido ainda. Melhor ainda é sentir o calor que envolve os braços, que acalma o corpo e que me faz dormir... que me faz acordar e ver o dia...

01 junho 2008

Faz tempo desde a última mensagem e as coisas não mudaram...

O corpo endurece e começa a formigar... uma nuvem, não sei se negra. ou apenas núvem passa pelos olhos que escurecem... tamanho é o medo... tamanho é o desespero...

O corpo cansado e doente responde de forma brusca à crueldade que enfrenta... A alma vazia continua vazia e o resto do que fazia sentido deixa de ter qualquer significado...

Turbilhões, turbilhões, turbilhões. Que nunca se vão... que nunca se acabam... que não permitem a paz, o gozo, o frescor e o alivio...Será viver e morrer assim.